quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Presbiterianos



Calçadas da Glória

Ontem, na Rua da Lapa, encaminhando-me para as Calçadas da Glória, encontrei o meu querido Nelson de Paula, diácono da Catedral Presbiteriana do Rio.

E em poucos minutos de diálogo, lembrei e relembrei de ótimas pessoas com quem convivi, trabalhei e orei, ao longo de 11 preciosos anos de minha vida.

Colocar-se de joelhos e orarmos juntos, coletivamente gera um campo magnético muito bom e Energias das melhores.

Foi com os amigos e irmãos presbiterianos que aprendi sobre os Protestantes Reformados e seus vários ramos, uns mais ortodoxos, outros mais liberais, mas... tudo gente boa.

Todo dia, pela manhã, o café devocional: pão, manteiga, café com leite, eventualmente quitutes e, diariamente, o estudo, a reflexão da Bíblia com um ou mais versículos.

Hoje, leio o Boletim Semanal on line, e continuo aprendendo: os nomes afloram ... Reverendos Guilhermino, Cid, Isaías, Everaldo, Antonio José, Daniel que foi para a Igreja Anglicana, Longuini que faz casamentos de celebridades, Carlos Alberto que faleceu recentemente..., Amantino, tradutor de Billy Graham, ambos também falecidos, conversávamos ecumenicamente... quando era presidente do Rotary Club da Tijuca;  Presbíteros Nilson, Adib, Marino de saudosa memória, seu filho Levy e tantos outros que a lembrança, naturalmente, falha..., Diácono Roberto...

Meu querido PRJN – Presbitério do RJ, abração em todos.

Gratidão imensa ! ...e mil perdões pelos meus pecados e heresias...

Vocês moram no meu coração !!!

Em tempo: Nelson me passa o cartãozinho do INPAR – Instituto Presbiteriano Álvaro Reis de Assistência à Criança e ao Adolescente, fundado em 1910, lá em Jacarepaguá, que realiza um excelente trabalho social.




sábado, 9 de novembro de 2013

Pela Paz Mundial



Um Milhão de Crianças Cantando


Está circulando nas redes o vídeo a seguir. Foi feito pela linhagem Dhammakaya, sede na Tailândia. Filmado no maior Templo budista do mundo, próximo a Bangkok.



Vejam a letra da música:

Mude o mundo

Howard McCrary

Vamos nos unir para abrir
a nova era do mundo e eliminar
todos os conflitos e diferenças
é tempo de todos se unirem de mãos dadas
finalmente
agora o mundo está além da cura
é hora de mudar o mundo
como Aquele que sabia, no passado
neste período de nosso tempo vamos ver
antes que deixemos este mundo
todos devem se unir de mãos dadas
para mudar o mundo
da escuridão para a luz
do sofrimento para a felicidade
do ignorante para o que tem sabedoria
mude o mundo, nós temos de fazê-lo
da maneira fácil e relaxada
seja feliz e alegre com inocência de criança
todos devem se unir de mãos dadas
suavemente feche seus olhos, relaxe, relaxe
aquiete sua mente no centro do corpo
e olhe para dentro
na mesma posição dAquele
que sabia do passado
mude o mundo da era da escuridão
para a era da luz
da antiga era para esta nova era
o mundo vai ser como o céu na terra
sem classes na sociedade
todos serão felizes, uniformemente
falaremos a mesma língua celestial
nos tornarmos um com sorrisos de amor
seremos bons o mundo vai mudar
o mundo vai mudar
vamos nos unir para mudar o mundo
vamos nos unir para mudar o mundo
vamos nos unir para mudar o mundo
vamos mudar o mundo
temos de fazer do modo fácil e relaxado
ser alegres com inocência de criança
todos devem se unir de mãos dadas
suavemente fechar os olhos e relaxar
aquietar sua mente no centro do corpo
e olhar para dentro
como Aquele que sabia do passado
vamos nos unir para mudar o mundo (em várias línguas)

- tradução: Verônica Manarino (Meditação Vipássana = Goenkaji).

sábado, 2 de novembro de 2013

Torre de Vigia



Revista Despertai !

Gosto muito dos depoimentos de vida, verdadeiros, transpiram perseverança, por uma existência melhor. No âmbito dos Estudos Literários, chamamos de “prazer da leitura”. Foi isto que percebi lendo a citada publicação de agosto de 2011.

Entre as páginas 18 de 20 tem o artigo de Hermine Liska contando parte de sua vida.

Nascida na Áustria, seus pais eram “Bibelforscher = estudantes da Bíblia”, como os Testemunhas de Jeová eram conhecidos na época. Em 1938, Hitler assumiu o poder e passou a perseguir os praticantes da Torre de Vigia, outra designação para os TJ.

Na ocasião, Liska tinha 8 anos e gostava dos cânticos e também estudo das Escrituras. Mas logo a Juventude Hitlerista obrigava todos os jovens e crianças a cantarem hinos nazistas e falar “Heil Hitler = Salvação é Hitler”. Ela não cantava para o partido nazista nem fazia a saudação.

Os pais foram perseguidos, negaram-se a criar os filhos dentro dos parâmetros das SS e perderam a custódia dos filhos.  A menina foi encaminhada para um Centro de Reeducação, o irmão aceitou o Hitlerismo. Certa feita uma professora disse-lhe: “Hermine, você é loura e tem olhos azuis. Você é germânica, não judia. Jeová é o Deus dos judeus”.

Ela não aceitou e até o fim da guerra viveu confinada. Só com a libertação é que voltou livremente a professar sua fé.

Outro fato que me impressiona nos TJ é o seu parque gráfico. Publicada em 83 idiomas os números chegam mensalmente a 39.913 milhões de exemplares.

TJ é TJ, é uma abordagem diferente da Bíblia. É um ramo específico e original dos Estudos Teológicos. Aprecio muito. Lembro quando criança, eles iam de porta em porta, lá na cidade satélite do Gama, DF, aos sábados, oferecendo esta revista e outra conhecida publicação: “Sentinela”, que também chega a 40 milhões de exemplares mensais.

No mundo pop, o falecido Michel Jackson era de família TJ, só adulto ele passou para a Igreja Presbiteriana.

domingo, 29 de setembro de 2013

O Inferno da Mentira



O Inferno da Mentira

“Havia no tempo de Buda um praticante muito devoto, tinha muita fé. Quanto mais meditava mais percebia que os poderes que o Senhor Buda emanava, qualquer pessoa também podia adquirir e desfrutar, desde que seguisse o Caminho.

Certo dia, a mãe deste praticante faleceu. Tempos depois, o devoto lembrou-se de que, se estava na Senda, certamente teria os poderes de Sakyamuni e munido com esta fé, imaginou que a mãe estava no mais alto dos céus, iria pessoalmente conversar com ela, da mesma forma que o Mestre conversava  com a mãe Rainha Mahamaya.

Falou com o Buda, pediu autorização e foi logo ao mais sublime céu, lá no mais alto, entretanto... para surpresa... viu que a mãe não estava... e assim foi descendo na escala dos céus até o mais baixo... são planos espirituais onde residem os espíritos...

Chegou a linha limite dos infernos. Parou e voltou para conversar com o Buda. Buda lhe ensinou como fazer, autorizou novamente. Explicou que a mãe do praticante sempre cuidou do filho muito bem, mas mentia bastante, enganava muita gente, embromava, enrolava, trapaceava e mesmo uma mentirinha de nada é uma energia negativa.

E o devoto, completamente desapontado, foi descendo até que em dado momento chegou a um determinado plano: Inferno da Mentira e encontrou a mãe.

Abraçaram-se, choraram e através da poderosa Energia Búdica da Compaixão ela foi resgatada para um plano melhor, onde iria ser tratada e educada conforme os ensinamentos do Darma Sagrado, onde um dos preceitos e não mentir jamais. E se por alguma fraqueza mentir, corrigir logo mediante as práticas espirituais, sanando o débito e zerando a tal mentira.

Diz o texto sagrado do Mahayana que a mãe do devoto ficou tão feliz que saiu do Inferno dançando.

É e por isso, que até hoje, nos ritos fúnebres do Japão, existe a chamada “Dança de Obon” = cerimônia budista.
Aliás, o grande cineasta japonês Akira Kurosawa começa um de seus últimos filmes com as cenas de um rito fúnebre onde os participantes do sepultamento vão dançando.

Moral da História: mesmo que você vá para o Inferno, fique tranqüilo, o Buda vai lhe tirar de lá. Claro... você tem que fazer a sua parte... estudando e praticando, portanto...relaxe e medite.

Esta história nos foi contada ontem, 28/09/13, pelo sacerdote da HBS, Jyunshô Yoshikawa, no núcleo do RJ, em São Cristóvão, durante a reunião mensal. Residência de Izumi Beltrão, presidenta da Oterá (templo) de Itaguaí, RJ.

Parabéns à sra. presidente, recém eleita. Gratidão ao monge Jyunshô pela aula e cerimônia, cumprimentos aos presentes naquela tarde fraterna.

Entre outros presentes: a menina Momoe, de três anos; e Erik, de um ano... filhos do jovem Yoshikawa.






domingo, 8 de setembro de 2013

Budismo Primordial na Orla Marítima



HBS em Copacabana

Hoje, desde às 8 horas e até às 15 horas, 200 fiéis da HBS participaram da 6ª Caminhada contra a Intolerância Religiosa.

Estavam presentes representantes dos seguintes templos: Taissenji (Lins-SP), Catedral Nikkyoji (SP-Capital), Ryushoji (Mogi das Cruzes-SP), Nissenji (Presidente Prudente – SP), Hompoji (Londrina (PR), Hoshoji (Itaguaí-RJ), Butsuryuji (Taubaté-SP), Honmyoji (Sarandi-PR), Rentokuji (Campinas-SP), Nyorenji  (Curitiba-PR).

Juntamente com religiosos de outras denominações, a previsão de público passou de 200 mil pessoas.

Coordenados pelo Arcebispo do Brasil, Odoshi Correa e o bispo Jyunsho, de Itaguaí, nossa participação terminou com um culto nas areias, todos entoando Odaimouku.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

domingo, 1 de setembro de 2013

Primeira Estrofe do Sutra Lótus



Capítulo 1

“Por que, ó Manjushri, esse raio de luz.
Difundindo seu resplendor,
Foi emitido pelo Guia dos Homens
Desde o círculo de pelos entre suas sobrancelhas
- esse único raio de luz?”*

Os capítulos do Sutra Lótus no início tem um texto em prosa, e depois os versos. Um confirma o outro, um explica o outro. Esta repetição permite melhor a fixação, possibilita que o devoto grave o ensinamento.

Manjushri é o Bodhisatva da Sabedoria, simboliza o leitor, o praticante, o aprendiz, somos todos bodhisatvas no caminho da iluminação, da sabedoria, do aprendizado.

O raio de luz significa que as energias de bênçãos do Senhor Budddha está onde nós estivermos, no plano físico visível e nos demais planos invisíveis.

O texto em prosa declara que a partir deste fato todas as coisas tornaram-se esclarecidas.

O foco de luz que sai da “terceira visão” do Mestre Buddha ilumina todo o cosmos, não apenas a Terra, mas todos os planetas e longínquas galáxias com seus milhares de corpos celestiais, impossível de se contar, de se mensurar, de se medir.

Este foco de luz quer dizer que nós podemos e devemos desfrutar das muitas bênçãos advindas deste raio de luz, único porque é perene. Eterno, infinito. Esta Luz sempre existiu e vai existir sempre.

Portanto, mentalize-a, visualize-a, fale com ela, agradeça, medite, ore, entoe preces e mantras, converse com ela. É a luz do Criador, do Buddha Primordial.

(*) Edição em português, publicada nos Estados Unidos, por Editorial Primordia.  Tradução com o apoio da linhagem budista japonesa Reiyukai, 624 páginas.