Deves entender, Bodhisatva Cúmulo de Tesouros, que a mente reta é a terra pura, pois os seres que renascem neste céu alcançaram o estado de Buddha.
A mente de resolução profunda é a terra pura, os seres que renascem lá são seres plenos de virtudes.
A mente que busca o Buddha, através do Caminho do Grande Veículo é a terra pura, pois os seres que renascem neste local serão consagrados ao Grande Veículo Mahayana.
A caridade é a terra pura do praticante, pois os seres que renascerem lá serão desapegados e desprendidos de todas as coisas.
A moralidade é a terra pura, pois os seres que nascem lá cumprem com integridade os preceitos.
A paciência é a terra pura do praticante, os seres que nascem lá serão adornados com as 32 marcas corporais de um Buddha.
A determinação é a terra pura do praticante, os seres que renascem lá estão entregues ao cultivo de toda classe de obras meritórias.
A meditação é a terra pura do praticante, pois os seres que nascem lá estão livres da confusão mental.
Comentário:
Este é só um pequeno trecho do Sutra de Vimalakirti.
Ele viveu na época do Buddha, na cidade de Vesali, Vimalakirti era um leigo próspero financeiramente, iluminado, professor do Darma, desde o mais humilde serviçal até grandes monges. Era casado, tinha família, filhos, possuía uma vida comum, gostava muito de praticar a caridade. Bem conhecido por seu humor, brincadeiras e alegrias.
O Buddha gostava muito dele e o elogia em um texto sagrado do tripitaka chinês Mahayanamulajatahrdayabhumidhyanasutra: “és um verdadeiro monge leigo”.
Fonte: Sutra de Vimalakirti, editorial Kairós, Barcelona, 2004.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Horóscopo Budista: Fevereiro de 2011
Rato – Que o Senhor Buddha te proteja sempre, confie nele, não esmoreça.
Búfalo – Que boas energias construtivas do Darma estejam sempre em você
Tigre – Que a flexibilidade da Sanga norteie sempre o seu caminho.
Gato ou Coelho – Fique tranqüilo nas horas difíceis, os Buddhas te abençoam.
Dragão – O fogo que sai da boca do Dragão é para melhorar, construir.
Serpente – Serpenteie como um rio, você chegará ao oceano, ao sucesso.
Cavalo – Força amigo (a), os obstáculos nos ajudam a superá-los.
Cabra – Sua sensibilidade vai melhorar através da Meditação Plena Atenção.
Macaco – Que a Luz dos discípulos de Buddha te esclareça e oriente.
Galo – Que os Bodhisatvas da Terra sejam teus amigos, seja feliz.
Cão – Buddha falou que o fato mais importante é a amizade. Faça amigos.
Javali – Esteja atento, sempre, relaxadamente em Plena Atenção, com fé.
(*) Também conhecido como Horóscopo Chinês, Vietnamita, Asiático, Oriental.
Podem copiar, divulgar, mas por favor, citem a fonte.
A proposta deste Horóscopo é compartilharmos o Darma, deste modo, as reflexões de cada signo servem para todos os outros.
Búfalo – Que boas energias construtivas do Darma estejam sempre em você
Tigre – Que a flexibilidade da Sanga norteie sempre o seu caminho.
Gato ou Coelho – Fique tranqüilo nas horas difíceis, os Buddhas te abençoam.
Dragão – O fogo que sai da boca do Dragão é para melhorar, construir.
Serpente – Serpenteie como um rio, você chegará ao oceano, ao sucesso.
Cavalo – Força amigo (a), os obstáculos nos ajudam a superá-los.
Cabra – Sua sensibilidade vai melhorar através da Meditação Plena Atenção.
Macaco – Que a Luz dos discípulos de Buddha te esclareça e oriente.
Galo – Que os Bodhisatvas da Terra sejam teus amigos, seja feliz.
Cão – Buddha falou que o fato mais importante é a amizade. Faça amigos.
Javali – Esteja atento, sempre, relaxadamente em Plena Atenção, com fé.
(*) Também conhecido como Horóscopo Chinês, Vietnamita, Asiático, Oriental.
Podem copiar, divulgar, mas por favor, citem a fonte.
A proposta deste Horóscopo é compartilharmos o Darma, deste modo, as reflexões de cada signo servem para todos os outros.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Oração dos Sete Fatores da Iluminação
1 – Que eu tenha sempre Plena Atenção. Que eu possa desenvolver ao longo de toda a minha vida a Plena Atenção e possa levar outros a também praticarem a Plena Atenção.
2 – Que eu tenha sempre condições para a prática da Investigação da Doutrina, o estudo do Darma, a leitura e a vivência dos Ensinamentos do Senhor Buddha. E quando eu não tiver condições que eu faça o Esforço Correto para adquirir estas condições.
3 – Que eu tenha sempre Energia. Energia saudável, salutar, sincera. Que esta Energia alimente todo o meu ser, me inspire e me ajude a ter um Esforço Correto para que eu possa viver de acordo com a Nobre Senda Óctupla.
4 – Que a alegria seja a minha companheira nesta e nas próximas vidas. Que a Alegria se instale e habite no meu interior e no meu exterior, entendendo-se este exterior, como o meu próximo e por extensão todos os seres vivos, visíveis e invisíveis.
5 – Que este belíssimo Caminho me traga Serenidade. Principalmente nas horas difíceis. Com Serenidade saberei transformar qualquer aspecto negativo em Luz, através da Serenidade.
6 – Que eu tenha sempre a Concentração Correta, fruto da Plena Atenção e dos demais fatores. Que esta Concentração, em todos os instantes da minha vida atual e das vidas futuras, ajude a queimar o carma negativo de vidas anteriores.
7 – Que eu tenha sempre Equanimidade, Equilíbrio, em todas as minhas ações e, sendo assim, serão Ações Corretas conforme ensinou o Senhor Buddha, e estas ações me levarão ao Nirvana, ao Estado de Buddha, ao Estado de Iluminação.
Assim Seja !
2 – Que eu tenha sempre condições para a prática da Investigação da Doutrina, o estudo do Darma, a leitura e a vivência dos Ensinamentos do Senhor Buddha. E quando eu não tiver condições que eu faça o Esforço Correto para adquirir estas condições.
3 – Que eu tenha sempre Energia. Energia saudável, salutar, sincera. Que esta Energia alimente todo o meu ser, me inspire e me ajude a ter um Esforço Correto para que eu possa viver de acordo com a Nobre Senda Óctupla.
4 – Que a alegria seja a minha companheira nesta e nas próximas vidas. Que a Alegria se instale e habite no meu interior e no meu exterior, entendendo-se este exterior, como o meu próximo e por extensão todos os seres vivos, visíveis e invisíveis.
5 – Que este belíssimo Caminho me traga Serenidade. Principalmente nas horas difíceis. Com Serenidade saberei transformar qualquer aspecto negativo em Luz, através da Serenidade.
6 – Que eu tenha sempre a Concentração Correta, fruto da Plena Atenção e dos demais fatores. Que esta Concentração, em todos os instantes da minha vida atual e das vidas futuras, ajude a queimar o carma negativo de vidas anteriores.
7 – Que eu tenha sempre Equanimidade, Equilíbrio, em todas as minhas ações e, sendo assim, serão Ações Corretas conforme ensinou o Senhor Buddha, e estas ações me levarão ao Nirvana, ao Estado de Buddha, ao Estado de Iluminação.
Assim Seja !
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Crianças de Água
Um dos aspectos que caracteriza o Budismo Mahayana Japonês são os cultos fúnebres, que os praticantes theravadas também fazem e chamam “transferência de méritos”.
Os sacerdotes budistas são conhecidos como “guardiães dos mortos”, pois em certo sentido, o budismo japonês se tornou uma espécie de religião funerária. Com freqüência fazem cerimônias de sepultamento e também cerimônias para os antepassados das famílias. O mesmo acontece na liturgia Theravada.
Tudo isso é em respeito e reverência à vida. Não é algo mórbido, ao contrário, é saber que os antepassados estão vivos, em outra dimensão da existência.
Budistas louvam a vida em todas as suas dimensões visíveis e invisíveis, desde a minúscula célula, até grandiosos e iluminados seres dos nirvanas, isto é, os planos espirituais elevadíssimos.
Deste modo, há uma cerimônia muito importante que consiste em “batizar” fetos abortados e bebês natimortos. Eles recebem um nome, que pode servir para menino ou menina, ou pode ser nomes do reino vegetal, mineral etc. É a intuição do pai, da mãe ou do sacerdote que vai dizer.
Pode ser feita uma “certidão” e os pais ou a mãe guardam, escrevem também em uma madeirinha que pode ficar no altar, em um tempo, em um santuário. E daí por diante a pessoa pode falar, por exemplo: “Tenho dois filhos, um no plano físico, encarnado e outro no plano invisível, em outra dimensão”. Assume-se, portanto, a criança. O espírito desta criança vai ficar muito feliz e não vai se sentir rejeitado(a). Por outro lado a mãe que praticou o aborto terá nova e bela ligação com o (a) filho (a) espiritual.
Somos contra o aborto, somos a favor da vida, em todas as suas formas. Sabemos que os milhões de abortos que são praticados no Planeta Terra prejudicam e muito a atmosfera do mundo com vibrações negativas. Este é um dos motivos de tanta violência que ocorre no dia-a-dia.
Não condenamos as mães que, pelos mais diversos motivos, fizeram o aborto. Nossa atitude é de compaixão, respeito, solidariedade e apoio a elas, seus familiares e os fetos abortados em um momento tão difícil. É um tema delicado e a cerimônia acima citada é no sentido de reatar os laços entre mãe e filho que foram bruscamente partidos. Portanto, a cerimônia é saneadora emocionalmente e espiritualmente, para todos os envolvidos na questão, inclusive, ajuda a limpar a atmosfera do planeta.
Em japonês o ritual é conhecido como “mizuko kuyo” que podemos traduzir como “serviço religioso pelas crianças de água”.
Confirme no ótimo livro Religiones de Japon, de Michiko Yusa, ediciones Akal, Madrid, 2005, 128 páginas. A autora é professora da Western Washington University.
Os sacerdotes budistas são conhecidos como “guardiães dos mortos”, pois em certo sentido, o budismo japonês se tornou uma espécie de religião funerária. Com freqüência fazem cerimônias de sepultamento e também cerimônias para os antepassados das famílias. O mesmo acontece na liturgia Theravada.
Tudo isso é em respeito e reverência à vida. Não é algo mórbido, ao contrário, é saber que os antepassados estão vivos, em outra dimensão da existência.
Budistas louvam a vida em todas as suas dimensões visíveis e invisíveis, desde a minúscula célula, até grandiosos e iluminados seres dos nirvanas, isto é, os planos espirituais elevadíssimos.
Deste modo, há uma cerimônia muito importante que consiste em “batizar” fetos abortados e bebês natimortos. Eles recebem um nome, que pode servir para menino ou menina, ou pode ser nomes do reino vegetal, mineral etc. É a intuição do pai, da mãe ou do sacerdote que vai dizer.
Pode ser feita uma “certidão” e os pais ou a mãe guardam, escrevem também em uma madeirinha que pode ficar no altar, em um tempo, em um santuário. E daí por diante a pessoa pode falar, por exemplo: “Tenho dois filhos, um no plano físico, encarnado e outro no plano invisível, em outra dimensão”. Assume-se, portanto, a criança. O espírito desta criança vai ficar muito feliz e não vai se sentir rejeitado(a). Por outro lado a mãe que praticou o aborto terá nova e bela ligação com o (a) filho (a) espiritual.
Somos contra o aborto, somos a favor da vida, em todas as suas formas. Sabemos que os milhões de abortos que são praticados no Planeta Terra prejudicam e muito a atmosfera do mundo com vibrações negativas. Este é um dos motivos de tanta violência que ocorre no dia-a-dia.
Não condenamos as mães que, pelos mais diversos motivos, fizeram o aborto. Nossa atitude é de compaixão, respeito, solidariedade e apoio a elas, seus familiares e os fetos abortados em um momento tão difícil. É um tema delicado e a cerimônia acima citada é no sentido de reatar os laços entre mãe e filho que foram bruscamente partidos. Portanto, a cerimônia é saneadora emocionalmente e espiritualmente, para todos os envolvidos na questão, inclusive, ajuda a limpar a atmosfera do planeta.
Em japonês o ritual é conhecido como “mizuko kuyo” que podemos traduzir como “serviço religioso pelas crianças de água”.
Confirme no ótimo livro Religiones de Japon, de Michiko Yusa, ediciones Akal, Madrid, 2005, 128 páginas. A autora é professora da Western Washington University.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Idólatras do Capitalismo
Vi outro dia na internet, uma série de artigos, de pessoas influentes, homens e mulheres, escrevendo sobre a Eternidade do Capitalismo. Deduzi então que se o Capitalismo é Eterno, a Pobreza também é Eterna. Um não vive sem o outro, em qualquer quadrante do planeta.
Me lembrei da Bíblia quando afirma que só Deus, o poderoso Senhor El Shaddai é Eterno, e mais ninguém. Então, se os idólatras tiraram Deus e colocaram no lugar o Capitalismo, noto que a Barbárie está próxima. O Capiutalismo virou um ídolo.
Vejam em Ezequiel, capítulo 30, versículo 13: “Assim diz o Senhor Jeová: Também destruirei os ídolos...”.
Me lembrei ainda do próprio Jesus quando afirmou: Evangelho de Marcos, capítulo 14, versículo 7: “Porque sempre tendes os pobres convosco, e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes...”
Observe a palavra “sempre”, parece que não tem jeito não, se há mais de 2 mil anos é assim, “sempre tendes os pobres convosco”...
Veja também a frase seguinte, quando quiserdes, isto é, quando houver vontade política então podeis ajudar, podeis fazer-lhes bem...
Mas, por enquanto, eis o Capitalismo Vence-dor e Vitorioso que as ex-querdas adotaram.
Como diz o sábio povo: “Só Jesus na causa”...
Me lembrei da Bíblia quando afirma que só Deus, o poderoso Senhor El Shaddai é Eterno, e mais ninguém. Então, se os idólatras tiraram Deus e colocaram no lugar o Capitalismo, noto que a Barbárie está próxima. O Capiutalismo virou um ídolo.
Vejam em Ezequiel, capítulo 30, versículo 13: “Assim diz o Senhor Jeová: Também destruirei os ídolos...”.
Me lembrei ainda do próprio Jesus quando afirmou: Evangelho de Marcos, capítulo 14, versículo 7: “Porque sempre tendes os pobres convosco, e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes...”
Observe a palavra “sempre”, parece que não tem jeito não, se há mais de 2 mil anos é assim, “sempre tendes os pobres convosco”...
Veja também a frase seguinte, quando quiserdes, isto é, quando houver vontade política então podeis ajudar, podeis fazer-lhes bem...
Mas, por enquanto, eis o Capitalismo Vence-dor e Vitorioso que as ex-querdas adotaram.
Como diz o sábio povo: “Só Jesus na causa”...
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Santo Antonio foi Ananda
Com todo o respeito aos católicos, conto aqui o que me foi revelado, recentemente, em Madrid, através de intuição mediúnica.
A mesma energia (alma, espírito) que habitou o corpo de Santo Antônio, também esteve presente e animou (ver ânima, do Latim) o invólucro material (corpo) de Ananda, o primo-irmão de Sidarta Gautama, o Buddha, no século 6 antes de Cristo. Ananda era um dos principais discípulos do Senhor Buddha e, por ter memória prodigiosa e iluminada foi ele que transmitiu os sutras, as palavras do Mestre Sidarta.
É interessante que, em chinês arcaico, no Sutra Vimalakirti*, Ananda (em sânscrito) é conhecido como Anan ou Anantuo. A forma Anan migrou para o japonês e permanece até hoje para os nichirenianos, ou seja, praticantes budistas que seguem Nichiren e o Sutra Lótus.
Os antigos Etruscos, na Europa, em contato com a multimilenar civilização chinesa, transformaram o nome próprio Anantuo em Antonio. Esta é a origem deste nome ocidental.
Santo Antonio-Ananda é um dos Espíritos de Luz que abençoa, protege e guarda o planeta Terra. Sou imensamente agradecido a ele e não tenho como pagar tantas e muitas dádivas, só com a minha eterna gratidão. Reverências !
(*) Confira: nota 392, página 239, Sutra de Vimalakírti – versión china de Kumarajiva, editorial Kairós, Barcelona, 2004.
Seguidores de Nichiren são unânimes em reverenciar o grande tradutor Kumarajiva (343-413). Iluminado indiano que divulgou o Dharma na China e traduziu vários sutras do sânscrito para o chinês antigo.
A tradução para o espanhol esteve a cargo de Laureano Ramírez Bellerín, professor da Universidade Autônoma de Barcelona; uma de suas especialidades é ministrar no doutorado cursos sobre a implantação do Budismo na China.
No total são 358 páginas e 1066 notas bastante esclarecedoras.
A mesma energia (alma, espírito) que habitou o corpo de Santo Antônio, também esteve presente e animou (ver ânima, do Latim) o invólucro material (corpo) de Ananda, o primo-irmão de Sidarta Gautama, o Buddha, no século 6 antes de Cristo. Ananda era um dos principais discípulos do Senhor Buddha e, por ter memória prodigiosa e iluminada foi ele que transmitiu os sutras, as palavras do Mestre Sidarta.
É interessante que, em chinês arcaico, no Sutra Vimalakirti*, Ananda (em sânscrito) é conhecido como Anan ou Anantuo. A forma Anan migrou para o japonês e permanece até hoje para os nichirenianos, ou seja, praticantes budistas que seguem Nichiren e o Sutra Lótus.
Os antigos Etruscos, na Europa, em contato com a multimilenar civilização chinesa, transformaram o nome próprio Anantuo em Antonio. Esta é a origem deste nome ocidental.
Santo Antonio-Ananda é um dos Espíritos de Luz que abençoa, protege e guarda o planeta Terra. Sou imensamente agradecido a ele e não tenho como pagar tantas e muitas dádivas, só com a minha eterna gratidão. Reverências !
(*) Confira: nota 392, página 239, Sutra de Vimalakírti – versión china de Kumarajiva, editorial Kairós, Barcelona, 2004.
Seguidores de Nichiren são unânimes em reverenciar o grande tradutor Kumarajiva (343-413). Iluminado indiano que divulgou o Dharma na China e traduziu vários sutras do sânscrito para o chinês antigo.
A tradução para o espanhol esteve a cargo de Laureano Ramírez Bellerín, professor da Universidade Autônoma de Barcelona; uma de suas especialidades é ministrar no doutorado cursos sobre a implantação do Budismo na China.
No total são 358 páginas e 1066 notas bastante esclarecedoras.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Batto Kannon
Batto Kannon* é a emanação de Kuan Yin (Avalokiteswara) protetora dos animais. Sua compassiva doçura abrange todo o reino animal, mas tem uma forma irada que aparece com uma cabeça de cavalo para proteger todos os seus filhos do reino animal.
Kuan Yin mora em plano espiritual chamado Céu dos 33, isto significa que ela tem 33 formas diferentes de se apresentar aos “ejercitantes” (praticantes, iniciados) como dizem os budistas espanhóis.
Os animais, todos, são nossos irmãos e irmãs, nossa gratidão e reverência a eles que embelezam e muito ajudam, das mais diversas formas, nossas vidas. E também os nossos sinceros pedidos de perdão; por motivos vários, a espécie humana se alimenta deles.
O Budismo afirma que os seres humanos podem reencarnar em animais, vegetais, minerais ou em outras dimensões invisíveis. Quem sabe, mais adiante seremos alimentos de diferentes espécies ...
(*) confira na página 104 do excelente livro, Mikkyo – Budismo Esotérico Japonés, de José M. Collado, Shinden Ediciones, 2007.
O estudioso e praticante espanhol escreveu uma obra de fôlego, 660 páginas, com muitas fotos, ilustrações, tabelas e diagramas sobre as escolas Tendai e Shingon, bem como suas derivadas: Tendai com 19 ramos ou sublinhagens; Shingon com 47 ramos ou subescolas.
Collado, que se dedica ao Dharma faz 40 anos, reside em Valadolid, cidade onde faleceu o navegante Cristóvão Colombo.
O autor tem iniciação no Japão, nas sedes das duas superlinhagens majoritárias e autorização para transmitir o Dharma do Buda no Ocidente, é leigo.
Convém lembrar que nosso Grande Patriarca, Nichiren (1222-1262), aos 11 anos, órfão de pai e mãe, foi adotado pela escola Tendai, aos 16 obteve a plenitude dos votos e ordenação monástica. Nichiren também estudou na escola Shingon.
www.shinden-ediciones.com
Kuan Yin mora em plano espiritual chamado Céu dos 33, isto significa que ela tem 33 formas diferentes de se apresentar aos “ejercitantes” (praticantes, iniciados) como dizem os budistas espanhóis.
Os animais, todos, são nossos irmãos e irmãs, nossa gratidão e reverência a eles que embelezam e muito ajudam, das mais diversas formas, nossas vidas. E também os nossos sinceros pedidos de perdão; por motivos vários, a espécie humana se alimenta deles.
O Budismo afirma que os seres humanos podem reencarnar em animais, vegetais, minerais ou em outras dimensões invisíveis. Quem sabe, mais adiante seremos alimentos de diferentes espécies ...
(*) confira na página 104 do excelente livro, Mikkyo – Budismo Esotérico Japonés, de José M. Collado, Shinden Ediciones, 2007.
O estudioso e praticante espanhol escreveu uma obra de fôlego, 660 páginas, com muitas fotos, ilustrações, tabelas e diagramas sobre as escolas Tendai e Shingon, bem como suas derivadas: Tendai com 19 ramos ou sublinhagens; Shingon com 47 ramos ou subescolas.
Collado, que se dedica ao Dharma faz 40 anos, reside em Valadolid, cidade onde faleceu o navegante Cristóvão Colombo.
O autor tem iniciação no Japão, nas sedes das duas superlinhagens majoritárias e autorização para transmitir o Dharma do Buda no Ocidente, é leigo.
Convém lembrar que nosso Grande Patriarca, Nichiren (1222-1262), aos 11 anos, órfão de pai e mãe, foi adotado pela escola Tendai, aos 16 obteve a plenitude dos votos e ordenação monástica. Nichiren também estudou na escola Shingon.
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