sábado, 22 de dezembro de 2012

O Darma e a IEVE



Mestre Shidha e a IEVE

Quem chega na IEVE – Irmandade Espiritualista Verdade Eterna, fica na Praça da Bandeira, RJ, logo entende que o mentor espiritual da instituição é o Mestre Shidha,  foi discípulo de Buddha, no século VI antes de Cristo.

No livro Buddha, que foi publicado pela Ordem do Graal na Terra, no início do século XX, na Áustria, o autor/médium conta aspectos gerais da vida e da obra de Sakyamuni, o sábio da etnia dos sákyas, que viveu no Nepal, século VI antes de Cristo.


Nas páginas finais deste romance canalizado há muitos diálogos entre o Senhor Buddha e o seu discípulo Shidha, que no texto aparece grafado Siddha, pois em sânscrito o “s” tem som de “ch” e a pronúncia da IEVE é “Chide-Rá” ou “Xiderrá”.

A obra literária, de cunho espiritual, também afirma que o discípulo Shidha ajudou nos preparativos para o sepultamento do Senhor Biddha e depois “de comum acordo com os irmãos mais altamente colocados, começou a dirigir as escolas e os conventos, nos moldes da orientação recebida de Gautama”, página 306.

Ou seja, desde aquela época, Mestre Shidha é “diretor” de estabelecimentos de ensino na espiritualidade e orientou, via mediunidade, a fundação da IEVE no Brasil, há mais de 30 anos.              

Nossa gratidão à IEVE, ao Mestre Shidha, aos Chelas daquela fraternidade e a todos os freqüentadores, funcionários, neófitos, aprendizes como eu.

Feliz Natal e Próspero 2013, extensivos aos familiares.




sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Profecia Maia




MEXICO
Maias iniciam festejos de passagem de era
ALC

Cidade do México, terça-feira, 18 de dezembro de 2012 (ALC) - Danças, orações e oferendas de milho e fogo abriram na cidade de Mérida, no sábado, 15, as celebrações maias de boas-vindas à nova era, que começa, segundo a cultura desse povo indígena, na sexta-feira, dia 21.

A celebração é uma homenagem à deusa da lua, Ixchel, que representa a fertilidade e que rege os períodos de plantio, de chuvas e de colheitas. Maias alertam que o seu calendário foi interpretado de forma errônea por aqueles que esperam pelo fim do mundo na sexta-feira.

Essa falsa interpretação teve início com o filme 2012, do alemão Roland Emmerich, e de literatura que se reporta ao fim do mundo. Especialistas da cultura indígena maia se apressaram a desmentir o presságio e a destacar que se trata da passagem de uma era a outra, quando a contagem dos maias registra 5.200 anos de existência do planeta Terra.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

domingo, 2 de dezembro de 2012

Happy Science



Ciência da Felicidade

Hoje, dia 2 de dezembro de 2012, é a Festividade El Cantare, da linhagem japonesa contemporânea Kofuku no Kagaku, ou Happy Science, como também é conhecida.

El Cantare, segundo a citada corrente filosófica,  é o nome do Espírito Cósmico, regente do nosso sistema solar. E o fundador da KNK = HS = CF é o médium de El Cantare.

Os ensinamentos aproximam Budismo, Xintoísmo e Cristianismo. Ryuho Okawa, o patriarca, tem um método bem atual. Além dos livros e revistas existem muitos filmes de animação, desenhos animados espiritualistas: curtas, médias e longas metragens.

Até agora já são 1 mil volumes e mais de 100 milhões de exemplares publicados em diversas línguas. Seu nome já está registrado no Guiness Book como o autor que mais escreve e publica no Japão. Merece tranquilamente tanto o Prêmio Nobel da Paz (porque toda a sua pregação enfatiza a Paz Mundial) e o Prêmio Nobel da Literatura (porque ele tem estilos literários os mais diversos = poesias, contos, crônicas, romances, novelas, filmes etc).

De nossa parte, fizemos um mantra para homenageá-lo:

“Namo El Cantare OM Buddha Maha Vairochana”.

Onde: Namo – conhecidíssima saudação de Budistas = “eu me refugio”; El Cantare (já citado) OM = sílaba sagrama muito conhecida em todo o planeta; Buddha (A CF enfatiza que Buddha é equivalente a Deus); Maha ( em sânscrito = grande); Vairochana (Grande Buda do Universo, seu nome moderno, segundo a KNK é El Cantare).





domingo, 25 de novembro de 2012

Asanga e Maitreya



Asanga

Também conhecido em chinês como Mujaku. É um dos pais da Filosofia Budista. Viveu, provavelmente, entre os séculos IV e V de nossa era. Criou uma linhagem heterodoxa de pensar búdico que unia as doutrinas de Sakyamuni com experiências mágicas, místicas, esotéricas, espiritualistas. Irmão de outro pai da Filosofia Budista, Vasubandhu. Os dois fundaram o sistema conhecido como Yogacharya, Yogacara ou Yogachava. Seus trabalhos estão originalmente em sânscrito.

Percebemos assim que, há muitos textos budistas raramente publicados no Ocidente. Em 1938, saiu em Louvain, na Bélgica, uma edição de “O Grande Veículo de Asanga”.

Possuidor de poderes psíquicos, que alguns chamam de paranormais ou mediunidade, Asanga, estudioso dos temas budistas das diversas escolas, tinha algumas dúvidas, claro, como todo pesquisador. Assim, certa feita, através de preces, orações e meditações foi até o Céu de Tushita (isto é, um plano espiritual), onde mora o Espírito do Bodhisatva Maitreya, o Buda Futuro, e solicitou que o ensinasse nas questões em que ele tinha dificuldade de assimilar.

O Espírito Maitreya passou então a visitar Asanga durante muitas noites e o filósofo ia escrevendo (psicografando?) seus livros.

A informação está na página 155 do livro “Budismo – o Primeiro Milênio”, editora Record, 1977, autoria do conceituado pensador japonês Daisaku Ikeda, presidente mundial da linhagem Nichiren, BSGI, presente em mais de 80 países. Outros detalhes também encontramos no Dicionário Budista, editorial Kier, 1989, Buenos Aires.

Com esta postagem estamos querendo indicar aos leitores que vocês podem e devem, através da fé, das preces, orações e meditações conversarem, estudarem e praticarem com o Bodhisatva Maitreya. Ele virá atendê-los com toda compaixão que caracteriza os Espíritos Budistas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Filologia Bíblica



Caridade = Amor

O presente artigo está no campo da Filologia Bíblica, Ecdótica Bíblica, que consiste em estudarmos e compararmos minuciosamente textos bíblicos.

Tenho na minha frente três edições da Bíblia: a primeira de 1978, IBB – Imprensa Bíblica Brasileira, edição revista e corrigida; a segunda Bíblia de Estudo Pentecostal, da CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1995; e a terceira da Sociedade Bíblica do Brasil, edição revista e atualizada, 1994.

Tomemos por base a referência da Primeira Epístola aos Coríntios do Apóstolo Paulo, capítulo 13:1-13. Trecho bastante conhecido como O Dom Supremo. As duas primeiras edições falam em caridade e a última “atualizada” fala em amor.

Deduzimos então que, em termos bíblicos Caridade e Amor são sinônimos.

Vejamos a edição de 1978, não fala na palavra amor, o título já é um pouco diferente: “A suprema excelência da caridade”.

1 – Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

2 – E ainda que tivesse o dom de profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, e maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria.

3 – E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.

4 – A caridade é sofredora, é benigna, a caridade não é invejosa, a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece.

5 – Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.

6 – Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

7 – Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

8 – A caridade nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência desaparecerá;

9 – Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

10 – Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

11 – Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

12 – Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

13 – Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três, mas a maior destas é a caridade.”

Portanto, podemos dizer: “Tenho amor por você” = “Tenho caridade por você” = “Tenho compaixão por você”.

Não confundir caridade com “pena”.

Podemos até criar o neologismo, o verbo “caridar” no sentido de amor incondicional, sem esperar nada em troca.

“Eu te amo” = “Eu te carido”.