domingo, 15 de janeiro de 2023

O Mantra Sagrado e a Saúde = Antonio Carlos Rocha

 

O texto a seguir foi inspirado em um trecho do livro “Os Ensinamentos da Homon Butsuryu Shu, de Nisso R. Fukuoka, acaba de sair uma segunda edição. O autor é professor da Escola de Formação de Sacerdotes do Budismo Primordial HBS e vice-presidente do Instituto de Pesquisas da referida linhagem, no Japão.

 

O Dr. Tomio Shirai, Chefe do Departamento de Neurologia do Hospital Universitário de Tókyo, relata:

 

“Respirando lenta e profundamente, o sangue se torna menos alcalino, o que aumenta o movimento dos vasos sanguíneos, melhorando o fluxo do sangue. Isso alivia o coração e deixa os músculos mais relaxados. Consequentemente a saúde melhora”.

 

Geralmente respiramos de 15 a 16 vezes por minuto, diz ele. Quando sentamos em frente ao Gohouzen (altar) entoamos o ‘Odaimoku’  aproximadamente 35 vezes por minutos, durante cerca de trinta minutos à uma hora. Nesse período, respiramos de 5 a 6 vezes por minuto. Isso significa que estamos inconscientemente respirando lenta e profundamente, durante a prática da Oração Sagrada.

 

É muito bom saber que, no primeiro mundo, a medicina está estudando os efeitos benéficos da recitação contínua deste maravilhoso mantra. O “Namu Myouhou Rengue Kyou” é realmente uma bênção para a humanidade e quanto mais praticarmos melhor.

 

Odaimoku é a recitação contínua do citado mantra que traduzimos por “Louvado seja o Sutra Lótus e seus ensinamentos sobre o Adhi-Buddha (Buda Primordial)”. Há traduções e adaptações parecidas. O importante é ter uma experiência de Fé com esta sonorização Mântrica. Esclarecendo, tais experiências não são iguais. Budismo é plural.

 

domingo, 9 de outubro de 2022

 "Por olhar pra cá e pra lá / acaba caindo na valeta / o nobre Buda não castiga ninguém, de forma alguma" = Estrofe 881, Coletânea de Versos do Budismo Primordial, Nissen Shounin (1817-1891).

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

 "Nascimentos e mortes - como seu suceder é infinito ! = Shôdoka, Poema da Iluminação, Textos Budistas e Zen-Budistas, Editora Cultrix, 1976.

 

sábado, 7 de agosto de 2021

 

Oração budista Dia dos Pais

Antonio Carlos Rocha

Pai Buda que estás no belo Nirvana,

Santificado seja o teu saddhu nome.

Venha a nós o teu reino Tushita,

Seja feita a búdica vontade,

Assim na Terra como no Cosmo.

O pão nosso de cada dia,

Agradecemos hoje e sempre.

Perdoai os nossos karmas negativos,

Assim como nós devemos perdoar os demais.

E não nos deixes cair em sofrimento,

Mas ajuda a nos livrarmos dos apegos,

Pois teu é o Reino, o Poder e a Glória,

Para sempre Amém (Zen).

 

domingo, 2 de junho de 2019

Vivendo e Recitando Odaimoku



ACPBR 4 = Anotações Coletânea Primordial Budista Reflexões

Antonio Carlos Rocha

“Pela alegria de encontrar
Com o único Darma Sagrado,
Nunca se esqueça de orar
Namumyouhourenguekyou”.

Reflexão:

Nesta estrofe o Mestre Nissen (1817-1891) explica que ao entrarmos em contato com a Doutrina Budista, há em nosso interior uma alegria imensa. Como se tivéssemos encontrado uma jóia preciosa, e de fato achamos.

Novamente ele diz que as várias correntes, linhagens, escolas, veículos constituem um só Caminho, o Darma, o Ensinamento do Senhor Buddha.

E, fechando a mensagem esclarece, nunca devemos nos esquecer de que a oração é básica e a melhor forma é recitarmos o mantra Namu Myou Hou Rengue Kyou, que na HBS = Budismo Primordial, que ele Nissen, fundou, se escreve tudo junto, indicando uma recitação contínua, como se nunca fôssemos parar de repetir.

Costumo interpretar o mantra como “Eu me Refugio nos Ensinamentos Literários do Sutra Lótus”.

Fonte: página 17, Coletânea de Versos do Budismo Primordial, 2017, HBS.

quinta-feira, 30 de maio de 2019



ACPBR 3 = Anotações Coletânea Primordial Budista Reflexões.
Antonio Carlos Rocha
“É lamentável as pessoas,
Que de tanto ouvirem falar
Sobre o único Darma Sagrado,
Já não valorizam o encontro”.

Reflexão:

Mestre Nissen quer nos dizer que, no início, no primeiro contato com a doutrina, muitas vezes ficamos embevecidos, maravilhados, mas depois, vamos banalizando o ensinamento, tratando-o com displicência.

Ele frisa que o Darma, o caminho, a Lei, é único, ainda que tenha várias facetas. Mas, por mais que o ouçamos, devemos continuar reverenciando-o.

Contudo, à medida que estas pessoas aprenderem a Mensagem, irão paulatinamente, tratar com reverência a Doutrina.

Fonte: pág. 17, Coletânea de Versos do Budismo Primordial, HBS, 2017.