sábado, 7 de agosto de 2021

 

Oração budista Dia dos Pais

Antonio Carlos Rocha

Pai Buda que estás no belo Nirvana,

Santificado seja o teu saddhu nome.

Venha a nós o teu reino Tushita,

Seja feita a búdica vontade,

Assim na Terra como no Cosmo.

O pão nosso de cada dia,

Agradecemos hoje e sempre.

Perdoai os nossos karmas negativos,

Assim como nós devemos perdoar os demais.

E não nos deixes cair em sofrimento,

Mas ajuda a nos livrarmos dos apegos,

Pois teu é o Reino, o Poder e a Glória,

Para sempre Amém (Zen).

 

domingo, 2 de junho de 2019

Vivendo e Recitando Odaimoku



ACPBR 4 = Anotações Coletânea Primordial Budista Reflexões

Antonio Carlos Rocha

“Pela alegria de encontrar
Com o único Darma Sagrado,
Nunca se esqueça de orar
Namumyouhourenguekyou”.

Reflexão:

Nesta estrofe o Mestre Nissen (1817-1891) explica que ao entrarmos em contato com a Doutrina Budista, há em nosso interior uma alegria imensa. Como se tivéssemos encontrado uma jóia preciosa, e de fato achamos.

Novamente ele diz que as várias correntes, linhagens, escolas, veículos constituem um só Caminho, o Darma, o Ensinamento do Senhor Buddha.

E, fechando a mensagem esclarece, nunca devemos nos esquecer de que a oração é básica e a melhor forma é recitarmos o mantra Namu Myou Hou Rengue Kyou, que na HBS = Budismo Primordial, que ele Nissen, fundou, se escreve tudo junto, indicando uma recitação contínua, como se nunca fôssemos parar de repetir.

Costumo interpretar o mantra como “Eu me Refugio nos Ensinamentos Literários do Sutra Lótus”.

Fonte: página 17, Coletânea de Versos do Budismo Primordial, 2017, HBS.

quinta-feira, 30 de maio de 2019



ACPBR 3 = Anotações Coletânea Primordial Budista Reflexões.
Antonio Carlos Rocha
“É lamentável as pessoas,
Que de tanto ouvirem falar
Sobre o único Darma Sagrado,
Já não valorizam o encontro”.

Reflexão:

Mestre Nissen quer nos dizer que, no início, no primeiro contato com a doutrina, muitas vezes ficamos embevecidos, maravilhados, mas depois, vamos banalizando o ensinamento, tratando-o com displicência.

Ele frisa que o Darma, o caminho, a Lei, é único, ainda que tenha várias facetas. Mas, por mais que o ouçamos, devemos continuar reverenciando-o.

Contudo, à medida que estas pessoas aprenderem a Mensagem, irão paulatinamente, tratar com reverência a Doutrina.

Fonte: pág. 17, Coletânea de Versos do Budismo Primordial, HBS, 2017.




quarta-feira, 29 de maio de 2019

Anotações Coletânea Primordial Budista Reflexões 2



ACPBR 2
Antonio Carlos Rocha
“O mistério se desfaz
Pelo elo do único Darma.
Sozinho fico aqui
Chorando de alegria”

Reflexão:

Esta é a segunda estrofe da Coletânea de Versos do Budismo Primordial, autoria do Mestre Nissen, publicada em 2017, pela HBS = Honmon Butsuryu Shu = Budismo Primordial.

O citado fundador desta linhagem sempre falava em elo, a nossa ligação com o Darma do Senhor Buddha. Através da prática devocional ele compreende a importância da Doutrina do Sutra Lótus e mesmo estando sozinho, emocionado ele chora de alegria., verificando que, se está sozinho no plano físico, espiritualmente está com muitos budas, bodhisatvas e seres celestiais.

Nós também, os praticantes/estudantes/aprendizes ficamos felizes com as bênçãos emanadas destas Luzes advindas do Buddha Primordial, o Adhi-Buddha e seus amigos invisíveis para alguns.

Mas todos (as) podem sentir estas belas presenças.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Poesias Japonesa e Páli



ACPBR = Anotações Coletânea Primordial Budista Reflexões = Estrofe 01

“Oh, inevitável velhice !
Não há como culpar alguém.
Se ficar algo a lamentar
Será a própria negligência” = Mestre Nissen, (1817=1890), poeta japonês.

Comentário:
Certa feita, em uma das salas de meditação por onde passei, uma senhora de meia idade estava desesperada e me disse:

- Não estou preparada para a velhice que está chegando, sempre fui muito bonita e admirada.

Então contei a ela a história do Buddha que mostrou, via poderes paranormais, que uma determinada mulher iria envelhecer e perder todo o charme sedutor. Uma dica sobre a Lei da Impermanência que rege a vida.

Há beleza em todas as idades. Vamos aproveitar o tempo livre para estudarmos o Caminho, cada vez mais.

As terceira e quarta estrofes do Dhammapada falam de pessoas que só vivem reclamando, choramingando, carentes, encontrando defeito em tudo “jamais devemos dar guarida a tais pensamentos”, disse o Sakyamuni.

Ainda no Dhammapada*, o capítulo 11, Jaravagga, em Língua Páli, é sobre a “Velhice”.

(*) Existem várias edições em português; estou usando, para este artigo a tradução do Dr. Georges da Silva, 1993, editora Pensamento. “Dhammapada Caminho da Lei” e “Atthaka o Livro das Oitavas”, em um só volume.

Dr. Georges da Silva foi um antigo presidente da Sociedade Budista do Brasil, RJ. Era médico e um dos diretores do INCA – Instituto Nacional do Câncer.




































quinta-feira, 14 de setembro de 2017

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