Com todo o respeito aos católicos, conto aqui o que me foi revelado, recentemente, em Madrid, através de intuição mediúnica.
A mesma energia (alma, espírito) que habitou o corpo de Santo Antônio, também esteve presente e animou (ver ânima, do Latim) o invólucro material (corpo) de Ananda, o primo-irmão de Sidarta Gautama, o Buddha, no século 6 antes de Cristo. Ananda era um dos principais discípulos do Senhor Buddha e, por ter memória prodigiosa e iluminada foi ele que transmitiu os sutras, as palavras do Mestre Sidarta.
É interessante que, em chinês arcaico, no Sutra Vimalakirti*, Ananda (em sânscrito) é conhecido como Anan ou Anantuo. A forma Anan migrou para o japonês e permanece até hoje para os nichirenianos, ou seja, praticantes budistas que seguem Nichiren e o Sutra Lótus.
Os antigos Etruscos, na Europa, em contato com a multimilenar civilização chinesa, transformaram o nome próprio Anantuo em Antonio. Esta é a origem deste nome ocidental.
Santo Antonio-Ananda é um dos Espíritos de Luz que abençoa, protege e guarda o planeta Terra. Sou imensamente agradecido a ele e não tenho como pagar tantas e muitas dádivas, só com a minha eterna gratidão. Reverências !
(*) Confira: nota 392, página 239, Sutra de Vimalakírti – versión china de Kumarajiva, editorial Kairós, Barcelona, 2004.
Seguidores de Nichiren são unânimes em reverenciar o grande tradutor Kumarajiva (343-413). Iluminado indiano que divulgou o Dharma na China e traduziu vários sutras do sânscrito para o chinês antigo.
A tradução para o espanhol esteve a cargo de Laureano Ramírez Bellerín, professor da Universidade Autônoma de Barcelona; uma de suas especialidades é ministrar no doutorado cursos sobre a implantação do Budismo na China.
No total são 358 páginas e 1066 notas bastante esclarecedoras.
Despertar Budista – 29/07/2011
9 meses atrás
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